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domingo, 1 de abril de 2012

Certa Vez - Este texto foi inspirado pelo Espirito Santo

Certa vez
Num daqueles dias, em que nem deveríamos ter acordado.
Logo ao me levantar, fui surpreendido com uma noticia no telejornal.
Que falava sobre a crise mundial.
Imagine eu com todos os meus problemas, e ainda pela manhã ouvir falar de crise mundial.
Levantei-me, tomei meu banho, tomei meu café da manhã.
E sai para tentar dar uma arejada na mente, sem rumo certo.
Quando passando por uma praça, resolvi me sentar para refletir.
Fiquei ali por algum tempo, nem me lembrei de olhar no relógio.
E ao me dar conta, havia um menino sentado ali, bem ao meu lado.
Pelas suas vestes aparentava ser um menino de rua.
Qual me fitou, perguntou qual motivo de tanta tristeza em meu rosto. Então lhe respondi; Meu filho estou triste por ter alguns problemas pessoais, mas são coisa de gente grande.
Ainda é cedo para você se preocupar com essas coisas.
Perguntei-lhe qual sua idade?
E o menino respondeu-me; doze anos senhor.
E posso lhe dizer uma coisa, se eu lhe contar minha história, ai sim o senhor ficará triste.
Como eu estava ali, sentado só matando tempo e sem pressa.
Disse ao menino; então me conte sua história, fiquei curioso.
Bem como já disse ao senhor tenho doze anos.
Há oito anos moro na rua, daqui pra lá, de lá pra cá.
Nasci numa família simples, com poucas condições financeiras.
Éramos eu, minha irmãzinha pouco mais velha, minha mãe e meu pai.
Morávamos numa cidadezinha do Interior.
Quando certo dia meu pai resolveu trazer todos para passearmos na cidade grande.
Na época, eu tinha quatro anos!
Andávamos pela cidade, encantados com tudo, quando num piscar de olhos.
Naquela correria, gente indo, gente vindo e nós ali no meio daquela loucura.
Larguei da mão de minha mãe, e ao perceber, já havíamos nos perdido.
Aquela multidão nos levou para lados opostos.
Depois de algum tempo, apareceu um homem dizendo que cuidaria de mim, porém eu teria que trabalhar para ele.
Sabe como?
Pedindo esmolas nos sinais, nas janelas dos carros.
Até que consegui fugir dele.
Nisso o tempo se passou, e até hoje fico por aqui, pois é onde me perdi da minha família.
E tenho esperança que eles voltem a passar por aqui, a minha procura.
Agora me desculpe, mas o senhor acha mesmo que seu problema é tão grande que não possa enfrenta-lo de frente.
Desculpe meu atrevimento, sei que sou só uma criança e além de tudo morador de rua.
Mas uma coisa já aprendi com a vida, nunca fuja dos problemas, enfrente-os frente a frente.
E sempre tenha a certeza que há alguém que te ama muito e está sempre disposto a ajuda-lo, quando precisar dele.
A mim mesmo ele tem ajudado muito durante esses oito anos que estou na rua.
Até nas madrugadas ele vem para conversar comigo, e às vezes até para me aquecer.
E sempre que ele está próximo sinto uma imensa paz no coração.
Tente o senhor também conversar com ele tenho certeza irá lhe ajudar.
Se quiser chama-lo pelo seu nome.
Ele se chama Jesus!

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